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Perca calorias dançando

by Kenio
Publicado em: 12/04/2010
Comentários: Nenhum Comentário
fonte: Revista Zero, edição fev/2010
Por Juliana Bellegard

Olá Gente boa!!! Mais uma matéria interessante que encontramos… segue logo abaixo. :o

Confesse: você já teve, sim, aquela vontade de aprender a dançar, só para rodopiar por aí como em uma cena de filme.

Os reality shows e as competições entre celebridades colocaram a dança de salão na boca do povo novamente. E a notícia boa é que ela não é só uma diversão, mas pode, também, ser um ótimo recurso para te ajudar a perder aqueles quilinhos extra. Ao contrário do que muitas podem pensar, dançar queima calorias.

Os diversos ritmos, que vão desde o tradicional tango até o caliente zouk, possibilitam que você se exercite, trabalhando postura, bumbum, pernas, além de te ajudar a ficar com aquela postura impecável de bailarina, com tudo no lugar. Para quebrar a monotonia da musculação, você pode alternar a academia com as aulas de dança. Assim, seu pique para fazer as duas atividades vai continuar sempre lá em cima.

Já tem muita mulher aderindo a esta tendência, deixando para trás o preconceito de que dança de salão é coisa só para gente velha. A publicitária Juliana Rodriguez, 25 anos, fazia aulas de jazz e sapateado na adolescência, e agora optou pelos ritmos de salão, pois não queria abrir mão da dança. “Além de aprender novos ritmos, ainda tive o incentivo de fazer aula na companhia de mais dois casais de amigos”, conta ela. Diversão garantida!

O portal Dança de Salão (www.dancadesalao.com) reúne em um só lugar informações como endereço das academias, agenda de bailes, fotos, dicas de filmes e livros e muito mais

Perca calorias, ganhe auto-estima

Uma das grandes vantagens de praticar a dança de salão é que ela não possui contraindicações, podendo ser feita por pessoas de todas as idades. Claro, não se pode esquecer que, como em qualquer outro exercício, é preciso ter um acompanhamento médico, ficar atenta a problemas de coluna e articulação, e caprichar sempre no aquecimento e nos alongamentos antes e depois das aulas.

Dançando, seja em um ritmo moderado ou mais acelerado, você consegue fortalecer sua musculatura corporal de forma natural, melhorando seu condicionamento físico e cardiorrespiratório. Outra grande vantagem física é o desenvolvimento de sua percepção espacial, coordenação motora e um aumento gradual da flexibilidade. A dança de salão ajuda a evitar alguns problemas que podem surgir com a idade, como fadiga, doenças articulares e circulatórias.

Mas não pense que para por aí, não. Deixando de lado a parte física, a dança ainda é vista por muitos como uma forma de vencer a timidez e facilitar sua integração social. O professor e bailarino Carlinhos de Jesus resume tudo: “não tem remédio melhor para o físico e emocional, a dança é desestressante e uma excelente terapia”. Embora haja um certo constrangimento no início, comum a quem aprende algo novo, com algumas aulas você já vai perceber que fica mais solta e desinibida.

Durante a aula, você tem a oportunidade de conhecer pessoas novas, trocar experiências e se descontrair. A atenção nos passos e na coreografia faz com que você tire sua cabeça dos problemas do dia a dia e fique focada na música e no seu corpo. É um superantídoto para o estresse e o mau humor. Afinal, quem consegue ficar de cara fechada depois de uma hora bailando sem parar?

Maria Luísa Ribeiro tem 31 anos e já faz aula há um ano, por sugestão de uma amiga do escritório em que trabalha. “Fiquei com vergonha de chegar à aula sozinha, mas a turma e o professor foram bastante receptivos e gentis. Como todos estão aprendendo, você não tem medo de errar”, conta a advogada que, em pouco tempo, já arriscava tirar seus colegas para dançar. Para enxugar as gordurinhas, ela decidiu aliar a dança às caminhadas diárias.

Par ou Ímpar?

Você pode fazer como a estudante Júlia Migliacci e convidar o gato para aprender a dançar também. Ela estava decidida a fazer bonito no casamento de sua irmã, insistiu um pouco e conseguiu convencer seu namorado, José Eduardo, a se matricular com ela nas aulas. “Depois de pegar o jeitinho dos passos, foi muito gostoso. Eu senti que nós criamos uma intimidade diferente”, conta ela.

A dança de salão exige uma cumplicidade entre os parceiros, e faz com que vocês estejam em sintonia. É uma boa maneira de descontrair e se divertir a dois, além de apimentar a relação. Já pensou em se produzir, colocar aquele salto alto e dançar um samba de gafieira com ele, cheia de segundas intenções? A cumplicidade de vocês na pista pode facilmente passar para o quarto!

Se você não tem par, não precisa se inibir. As turmas são organizadas de modo que haja o mesmo número de homens e mulheres. É essencial a formação de um casal, pois as coreogra as exigem passos diferentes para cada sexo. “Temos a equipe para fazer a parte prática, que pode repor os pares que faltam”, explica a professora e dançarina Sheila Aquino.

As aulas normalmente têm duração de uma hora, na qual o professor passa alguns passos básicos para os alunos, aos pares, aprenderem. Conforme a turma começa a dominar estes primeiros movimentos, a coreografia começa a se intensificar. Os ritmos são variados para que todos consigam pegar o jeito dos diversos estilos. Quem prefere fazer aulas com um professor particular pode optar por escolher quais ritmos gosta mais.

Um detalhe importantíssimo é a escolha da roupa. Não é preciso usar aqueles figurinos que você vê em filmes, pois eles são apenas para apresentações e competições. O essencial é que a roupa seja confortável e leve, sem prender seus movimentos. Muita atenção aos sapatos: estes, sim, devem ser próprios para a dança de salão, pois a sola certa permite que a mulher realize todos os passos com mais facilidade. E, claro, salto. Não precisa ser enorme, para não causar nenhuma lesão, mas faz toda a diferença na elegância e na postura de quem dança.

O que é o quê?

Os ritmos mais comuns nas academias

Samba-Rock – Ritmo brasileiríssimo, surgiu na década de 1970. As músicas são conhecidas e a coreografia é intensa, com passos bem-marcados e giros velozes. Apesar da aparente dificuldade, você se acostuma com a batida facilmente e memoriza os passos rapidinho. Gasto calórico médio (por hora de aula): 600 kcal.

Salsa – Nascida em Cuba, a salsa sofreu influência de outros ritmos caribenhos e até africanos. É um dos ritmos mais puxados por ser uma dança agitada e bastante aeróbica, movimentando braços e pernas. Mesmo assim, o ritmo latino é fácil de aprender, com uma combinação de passos básicos. Gasto calórico médio (por hora de aula): 600 kcal.

Soltinho – Este estilo, também chamado de swing ou rock soltinho, é uma mistura de diversos ritmos. A coreografia normalmente é elaborada, requer movimentos rápidos de braço e pernas e exige um esforço moderado. A versatilidade é a característica principal do soltinho. Gasto calórico médio (por hora de aula): 550 kcal.

Zouk – Dança surgida nas ilhas caribenhas de colonização francesa, chegou ao Brasil como um ritmo semelhante à lambada. Os passos, um pouco mais lentos, acompanham a batida das músicas. Os movimentos sensuais exercitam as pernas e o abdome. Gasto calórico médio (por hora de aula): 550 kcal.

Samba de Gafieira – Uma ginga bem brasileira, com uma pitada de malandragem. Este é o samba de gafieira, ritmo que exige um pouco mais de flexibilidade dos dançarinos. As coreografias trabalham muito as pernas e o abdome, necessário na hora do rebolado caprichado. Gasto calórico médio (por hora de aula): 500 kcal.

Forró – Apesar de já ser um ritmo popular desde 1950, o estilo se popularizou na década de 90, quando o forró universitário caiu no gosto dos jovens. Além de gostoso e fácil de dançar, o forró também é mais livre, você pode até arriscar um improviso de vez em quando. Exige um esforço moderado e trabalha todo o corpo. Gasto calórico médio (por hora de aula): 500 kcal.

Tango – Estilo típico argentino, tem as coreografias um pouco mais elaboradas. Elegância, sensualidade, expressão corporal e postura impecável são essenciais no tango. Memorizar os passos exige atenção e coordenação motora. Gasto calórico médio (por hora de aula): 450 kcal.

Bolero – Ritmo mais lento, de raízes espanholas, também é um dos mais fáceis de aprender. A coreografia é marcada e cuidadosa, mostrando todo o romantismo das canções. Os passos repetidos ajudam a trabalhar as pernas, e o baixo impacto dos movimentos não força as articulações. Gasto calórico médio (por hora de aula): 450 kcal.

Evite um baile engarrafado

by Kenio
Publicado em: 11/04/2010
Comentários: Nenhum Comentário
fonte: dancadesalao.com
Por Stella Aguiar

:)  Olá gente!

Dia 17 de abril >>> Baile da AJODS na Soc. Palmeiras.

Rua Jaruaguá nº 725 a partir das 21h. E para complementar esta notícia, falamos a respeito de bailes e como se comportar neles, para que a diversão de todos seja a mais perfeita possível. Esta matéria foi escrita há alguns anos pela proprietária da escola Stella Aguiar, uma das referências da dança de salão no Brasil da atualidade.

Segue a matéria completa! :)

Para nós, os amantes da dança de salão, o que nos faz feliz é: um bom parceiro, boa música e uma boa pista de dança. Mas o que torna um pedaço de chão uma boa pista de dança? A resposta: Respeito, cuidado e conhecimento. E isto anda tão raro em nossos bailes!!

Uma das publicações mais conceituadas na área de Dança de Salão – o Jornal Dance, deu início a uma série de matérias sobre sugestões de como criar boas pistas de dança em nossos salões de baile. Segue um resumos destas matérias, inclusive de uma escrita por mim.

As causas do Baile Engarrafado

Falta de informação: Algumas pessoas, principalmente as que não passaram por escolas de dança, não sabem que um salão deve rodar no sentido anti horário, assim dançam paradas no lugar sem permitir a evolução da dança de outros casais. Lembramos que beber, fumar ou conversar na pista de dança também é proibido.

Conhecer as regras mas não conseguir cumpri-las: Normalmente aplicado a alunos iniciantes, este é o caso mais simples, a ser resolvido com um pouco mais de treino, segurança e domínio da dança e condução. Abaixo dou algumas dicas de exercícios que desenvolvem estes elementos.

Conhecer as regras e fazer questão de não colaborar: Egocentrismo e falta de espírito de equipe. Aqui só apelando para o bom-senso e muita paciência e buscando transmitir a estas pessoas que o sentido de harmonia que existe entre um casal, deve também se estender à pista de dança. Em casos extremos deveríamos contar com o auxílio dos Djs das casas noturnas solicitando que as pessoas não fiquem paradas na pista.

Os “showzinhos de pista”: Além de atrapalhar o desenvolvimento da dança, tornam-se perigosos aos companheiros de baile, pois normalmente vem acompanhados de passos aéreos que fatalmente incorrerão em encontrões, chutes, tapas e atropelamentos. Conforme nossa colega Carla Salvagni “Basta dar oportunidade de subir no palco algumas vezes, que eles afogam sua vaidade transbordante e ficam mansinhos, mansinhos”

MAS O QUE PODEMOS FAZER…

OS PROFESSORES:

Um baile, principalmente os primeiros de nossas vidas mostram uma realidade bem diferente da sala de aula: menos espaço, novos parceiros, casais parados no meio da pista ou dando um “show” na hora errada e a vergonha do ser observado. Buscando diminuir este choque os profissionais podem incluir em sua didática alguns exercício preparatórios, seguem algumas sugestões que utilizo em minhas aulas:

“A pista encolheu” – No final de algumas aulas reduzimos a pista de dança para 1/4 de seu tamanho original e pedimos para que os alunos dancem todos os passos aprendidos, tendo o cuidado de rodar o salão e não esbarrar nos colegas.

“Núcleo proibido” – Fechamos o centro da sala com cadeiras impedindo que os alunos “cortem” a pista pelo centro. Isto faz com que eles criem sequências de passos de maior deslocamento, desenvolvendo sua dança.

“Leia e Copie” – São distribuídos pela sala, colados às paredes, placas com os nomes dos passos. O aluno deve rodar o salão e ao passar pelos nomes deve executar as figuras, buscando em cada volta, diferentes possibilidades de uniões dos passos.

“Dança com barreiras” – Distribua obstáculos na pista para que os alunos aprendam a desviar.

“Quem dá mais” – Durante uma música, o aluno deverá contar quantas voltas deu na pista de dança, sem correr ou cortar a pista pelo centro.

É fundamental que os professores usem sua criatividade e ludicidade para fazer com que os alunos passem , em sala de aula, pelas experiências que passarão em um baile. E não se esqueça que o bom exemplo é também fundamental.

AS CASAS NOTURNAS:

Orientar Djs, bandas e seguranças a solicitar que pessoas não fiquem paradas na pista e que dançam girando o salão. Um simples e sutil aviso ao microfone pode tornar nosso baile muito mais divertido.

Desenvolver uma campanha em convites e panfletos com frases do tipo “Pista de dança é para se dançar, não permaneça na pista se não estiver dançando”

OS FREQUENTADORES DE CASAS NOTURNAS QUE AINDA NÃO SABEM DANÇAR

Temos por todo o Brasil ótimas escolas de dança. Que tal increver-se em uma, aprendendo novos passos, regras da boa educação no salão e de quebra fazer novos amigos?

Bom Baile!!

Fonte: Jornal Dance – Jan a Abril de 2002

Autores das matérias em ordem de publicação: Rogério Crotti, Marcelo Cunha, Carla Salvagni e Stella Aguiar

Entrevista com Carlinhos de Jesus em Joinville

Olá galera da dança de salão!!! :o

Carlinhos de Jesus esteve em Joinville para apresentação de seu espetáculo “Aquarelas”, juntamente com sua Cia. de Dança. Um dia antes, cedeu essa entrevista. Fizemos a gravação e postamos aqui para conhecimento de todos. O vídeo está em 6 partes devido às limitações do servidor.

Grande abraço e esperamos que seja de interesse geral! :)

Entrevista 1ª Parte

Entrevista 2ª Parte

Entrevista 3ª Parte

Entrevista 4ª Parte

Entrevista 5ª Parte

Entrevista 6ª Parte

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