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Brasil Tango Championship

by Kenio
Publicado em: 20/05/2010
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Olá todos! :)

Asgar Centro de Dança é parceira do evento que acontecerá em Curitiba, no mês de JULHO (15 a 18): a Etapa Classificatória ao MUNDIAL DE TANGO 2010, em uma concessão oficial da Divisão de Festivales do Ministerio de Cultura do Governo da Cidade de Buenos Aires.

Os 2 pares vencedores, um na categoria: Tango Salão e, outro, na categoria: Tango Escenário (Palco) serão oficialmente declarados Campeões Brasileiros mediante juri autorizado por Buenos Aires e receberão como Premiação: Certificado Oficial, Taças de Campeão, acesso direto à competição em Buenos Aires, que ocorrerá em agosto, sem passar pelas etapas pré-classificatórias locais, com aéreo e hotel garantidos pela produção brasileira.

Excepcionalmente será implementada uma inovação: a nova categoria de disputa em TANGO NOVO, a qual definirá o Campeão Brasileiro em Tango Novo, mas ainda não premiará com acesso a Buenos Aires.

Estamos realizando a venda de ingressos e pacotes para quem desejar participar do evento e/ou assitir.

Entre em contato conosco para maiores informações ou entre em http://www.brasiltangochampionship.com/ para maiores detalhes do evento (programação, valores, etc.)

Abraços a todos!!!

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Perca calorias dançando

by Kenio
Publicado em: 12/04/2010
Comentários: Nenhum Comentário
fonte: Revista Zero, edição fev/2010
Por Juliana Bellegard

Olá Gente boa!!! Mais uma matéria interessante que encontramos… segue logo abaixo. :o

Confesse: você já teve, sim, aquela vontade de aprender a dançar, só para rodopiar por aí como em uma cena de filme.

Os reality shows e as competições entre celebridades colocaram a dança de salão na boca do povo novamente. E a notícia boa é que ela não é só uma diversão, mas pode, também, ser um ótimo recurso para te ajudar a perder aqueles quilinhos extra. Ao contrário do que muitas podem pensar, dançar queima calorias.

Os diversos ritmos, que vão desde o tradicional tango até o caliente zouk, possibilitam que você se exercite, trabalhando postura, bumbum, pernas, além de te ajudar a ficar com aquela postura impecável de bailarina, com tudo no lugar. Para quebrar a monotonia da musculação, você pode alternar a academia com as aulas de dança. Assim, seu pique para fazer as duas atividades vai continuar sempre lá em cima.

Já tem muita mulher aderindo a esta tendência, deixando para trás o preconceito de que dança de salão é coisa só para gente velha. A publicitária Juliana Rodriguez, 25 anos, fazia aulas de jazz e sapateado na adolescência, e agora optou pelos ritmos de salão, pois não queria abrir mão da dança. “Além de aprender novos ritmos, ainda tive o incentivo de fazer aula na companhia de mais dois casais de amigos”, conta ela. Diversão garantida!

O portal Dança de Salão (www.dancadesalao.com) reúne em um só lugar informações como endereço das academias, agenda de bailes, fotos, dicas de filmes e livros e muito mais

Perca calorias, ganhe auto-estima

Uma das grandes vantagens de praticar a dança de salão é que ela não possui contraindicações, podendo ser feita por pessoas de todas as idades. Claro, não se pode esquecer que, como em qualquer outro exercício, é preciso ter um acompanhamento médico, ficar atenta a problemas de coluna e articulação, e caprichar sempre no aquecimento e nos alongamentos antes e depois das aulas.

Dançando, seja em um ritmo moderado ou mais acelerado, você consegue fortalecer sua musculatura corporal de forma natural, melhorando seu condicionamento físico e cardiorrespiratório. Outra grande vantagem física é o desenvolvimento de sua percepção espacial, coordenação motora e um aumento gradual da flexibilidade. A dança de salão ajuda a evitar alguns problemas que podem surgir com a idade, como fadiga, doenças articulares e circulatórias.

Mas não pense que para por aí, não. Deixando de lado a parte física, a dança ainda é vista por muitos como uma forma de vencer a timidez e facilitar sua integração social. O professor e bailarino Carlinhos de Jesus resume tudo: “não tem remédio melhor para o físico e emocional, a dança é desestressante e uma excelente terapia”. Embora haja um certo constrangimento no início, comum a quem aprende algo novo, com algumas aulas você já vai perceber que fica mais solta e desinibida.

Durante a aula, você tem a oportunidade de conhecer pessoas novas, trocar experiências e se descontrair. A atenção nos passos e na coreografia faz com que você tire sua cabeça dos problemas do dia a dia e fique focada na música e no seu corpo. É um superantídoto para o estresse e o mau humor. Afinal, quem consegue ficar de cara fechada depois de uma hora bailando sem parar?

Maria Luísa Ribeiro tem 31 anos e já faz aula há um ano, por sugestão de uma amiga do escritório em que trabalha. “Fiquei com vergonha de chegar à aula sozinha, mas a turma e o professor foram bastante receptivos e gentis. Como todos estão aprendendo, você não tem medo de errar”, conta a advogada que, em pouco tempo, já arriscava tirar seus colegas para dançar. Para enxugar as gordurinhas, ela decidiu aliar a dança às caminhadas diárias.

Par ou Ímpar?

Você pode fazer como a estudante Júlia Migliacci e convidar o gato para aprender a dançar também. Ela estava decidida a fazer bonito no casamento de sua irmã, insistiu um pouco e conseguiu convencer seu namorado, José Eduardo, a se matricular com ela nas aulas. “Depois de pegar o jeitinho dos passos, foi muito gostoso. Eu senti que nós criamos uma intimidade diferente”, conta ela.

A dança de salão exige uma cumplicidade entre os parceiros, e faz com que vocês estejam em sintonia. É uma boa maneira de descontrair e se divertir a dois, além de apimentar a relação. Já pensou em se produzir, colocar aquele salto alto e dançar um samba de gafieira com ele, cheia de segundas intenções? A cumplicidade de vocês na pista pode facilmente passar para o quarto!

Se você não tem par, não precisa se inibir. As turmas são organizadas de modo que haja o mesmo número de homens e mulheres. É essencial a formação de um casal, pois as coreogra as exigem passos diferentes para cada sexo. “Temos a equipe para fazer a parte prática, que pode repor os pares que faltam”, explica a professora e dançarina Sheila Aquino.

As aulas normalmente têm duração de uma hora, na qual o professor passa alguns passos básicos para os alunos, aos pares, aprenderem. Conforme a turma começa a dominar estes primeiros movimentos, a coreografia começa a se intensificar. Os ritmos são variados para que todos consigam pegar o jeito dos diversos estilos. Quem prefere fazer aulas com um professor particular pode optar por escolher quais ritmos gosta mais.

Um detalhe importantíssimo é a escolha da roupa. Não é preciso usar aqueles figurinos que você vê em filmes, pois eles são apenas para apresentações e competições. O essencial é que a roupa seja confortável e leve, sem prender seus movimentos. Muita atenção aos sapatos: estes, sim, devem ser próprios para a dança de salão, pois a sola certa permite que a mulher realize todos os passos com mais facilidade. E, claro, salto. Não precisa ser enorme, para não causar nenhuma lesão, mas faz toda a diferença na elegância e na postura de quem dança.

O que é o quê?

Os ritmos mais comuns nas academias

Samba-Rock – Ritmo brasileiríssimo, surgiu na década de 1970. As músicas são conhecidas e a coreografia é intensa, com passos bem-marcados e giros velozes. Apesar da aparente dificuldade, você se acostuma com a batida facilmente e memoriza os passos rapidinho. Gasto calórico médio (por hora de aula): 600 kcal.

Salsa – Nascida em Cuba, a salsa sofreu influência de outros ritmos caribenhos e até africanos. É um dos ritmos mais puxados por ser uma dança agitada e bastante aeróbica, movimentando braços e pernas. Mesmo assim, o ritmo latino é fácil de aprender, com uma combinação de passos básicos. Gasto calórico médio (por hora de aula): 600 kcal.

Soltinho – Este estilo, também chamado de swing ou rock soltinho, é uma mistura de diversos ritmos. A coreografia normalmente é elaborada, requer movimentos rápidos de braço e pernas e exige um esforço moderado. A versatilidade é a característica principal do soltinho. Gasto calórico médio (por hora de aula): 550 kcal.

Zouk – Dança surgida nas ilhas caribenhas de colonização francesa, chegou ao Brasil como um ritmo semelhante à lambada. Os passos, um pouco mais lentos, acompanham a batida das músicas. Os movimentos sensuais exercitam as pernas e o abdome. Gasto calórico médio (por hora de aula): 550 kcal.

Samba de Gafieira – Uma ginga bem brasileira, com uma pitada de malandragem. Este é o samba de gafieira, ritmo que exige um pouco mais de flexibilidade dos dançarinos. As coreografias trabalham muito as pernas e o abdome, necessário na hora do rebolado caprichado. Gasto calórico médio (por hora de aula): 500 kcal.

Forró – Apesar de já ser um ritmo popular desde 1950, o estilo se popularizou na década de 90, quando o forró universitário caiu no gosto dos jovens. Além de gostoso e fácil de dançar, o forró também é mais livre, você pode até arriscar um improviso de vez em quando. Exige um esforço moderado e trabalha todo o corpo. Gasto calórico médio (por hora de aula): 500 kcal.

Tango – Estilo típico argentino, tem as coreografias um pouco mais elaboradas. Elegância, sensualidade, expressão corporal e postura impecável são essenciais no tango. Memorizar os passos exige atenção e coordenação motora. Gasto calórico médio (por hora de aula): 450 kcal.

Bolero – Ritmo mais lento, de raízes espanholas, também é um dos mais fáceis de aprender. A coreografia é marcada e cuidadosa, mostrando todo o romantismo das canções. Os passos repetidos ajudam a trabalhar as pernas, e o baixo impacto dos movimentos não força as articulações. Gasto calórico médio (por hora de aula): 450 kcal.

Paixão portenha

by Kenio
Publicado em: 05/04/2010
Comentários: Nenhum Comentário
fonte: Diário do Nordeste, 1º de abril 2010

por Karine Zaranza
Repórter

E aí galera!!! :-)

Achamos esta matéria dando sopa por aí… e trouxemos para cá, sempre com os devidos créditos.

Aqui vai:

Na Argentina, os jovens ocupam grande parte do salão de baile das milongas. No Ceará, um grupo pequeno, mas crescente, vem se dedicando ao tango e mostrando que o ritmo pode ser uma paixão em todas as idades


Rivalidades à parte, até o brasileiro mais ufanista há de concordar que o tango é uma das mais belas danças do mundo. E os nossos hermanos argentinos se orgulham e muito de seu maior ícone. Até aí nenhuma novidade!

Notícia é que existe um pedacinho de Buenos Aires em Fortaleza. O número de apaixonados pelo tango cresce e aparece nos salões de dança da cidade. E o detalhe é que Carlos Gardel, Astor Piazzola, Gotan Project e companhia estão sim no Ipod da garotada.

A estudante Mariana Diaz, 20 anos, cultivava há alguns anos a vontade de dançar tango, mas sempre acreditou que não encontraria uma academia de dança que ensinasse o ritmo em Fortaleza. Há quatro anos, quando assistiu o filme “Vem dançar” (aquele que traz a cena de arrancar o fôlego em que Antônio Bandeira dança um tango eletrônico com Katya Virshilas, decidiu passar do sonho para realidade.

“Via os filmes e achava incrível. Então, comecei a fazer aulas, mas foi dificílimo encontrar um lugar onde pudesse aprender a dançar. No começo, achei que não saia do canto, mas depois tudo aconteceu”, relembra a universitária que – após a dança – passou a mergulhar em outros aspectos da cultura argentina.

De um contato superficial, Mariana passou a ouvir mais músicas argentinas e a se interessar pela história do tango. A paixão fulminante a fez até viajar, no ano passado, para Buenos Aires. “Nunca pensei em ir para lá. Mas, depois da dança, passei a ter vontade. Lá fiz curso, comprei uns 30 CDs, principalmente de tango eletrônico, e comprei vários pares de sapatos maravilhosos. Fiz um rombo no cartão”, confessa. A estudante já planeja a segunda viagem para este ano.

Além de fazer aulas, ela também vai a bailes de dança de salão na cidade. O que Mariana lamenta é de o tango ainda tenha pouco espaço em nossa cultura. “Até nos bailes toca pouco tango. Outro problema é que ainda são poucos os homens que dançam. A maioria sabe mais forró e samba”, reclama.

Além do salão a falta de companhia para dançar não é problema para a dentista Karina Medeiros. Ela e o marido, o também dentista Adriano Rêgo, começaram a dar as primeiras caminhadas do tango juntos. Os dois já faziam aula de dança de salão há 8 anos, mas a cerca de dois anos é que resolveram apostar na batida do ritmo argentino.

“Estávamos cansados de sempre dançar bolero, forró e samba de gafieira. Um dia o Adriano sugeriu que fizéssemos aula de tango. Tenho que confessar que aceitei sem muita vontade. Depois do primeiro dia decidi aumentar o número de aulas por semana”, explica Karina, hoje, apaixonada pelo tango.

O que mais encantou o casal foi a sonoridade das músicas eternizadas por grandes nomes da música mundial. “O clima da dança, a música, os passos precisos e elaborados, o som forte… É uma mistura de tanta coisa”, descreve ela. “O tango era bem distante pra nós. Hoje é o que gostamos mais de dançar”, completa Adriano.

A aproximação foi acontecendo aos poucos. Antes, o ritmo que só era visto em programas de TV e em filmes agora é presente no dia a dia do casal. “Escuto sempre. É meu favorito para ouvir”, ressalta ela. Outro fator foi a inserção em um grupo muito coeso de alunos e professores de dança.

“Ajudou muito estar com outras pessoas que são apaixonadas também. Fomos, inclusive, no ano passado para a Argentina com eles e vi o quanto isso era forte pra mim. Quando entrei na Confeitaria Ideal e assisti ao show de tango, meus olhos se encheram de lágrimas. Me tocou muito”, relembra com emoção Karina que, assim como Mariana, enlouqueceu com os belos sapatos argentinos de dança.

Adriano aponta a prática como hobby e como atividade física. “Melhorei muito minha postura e meu condicionamento físico”, garante. Ele, que faz aulas duas vezes por semana, afirma que sempre dança com a esposa no salão de festas do apartamento e que lamenta haver poucos espaços para milongas em Fortaleza. “Antes tínhamos bailes de tango toda semana, mas fecharam. Acho que falta mesmo é as pessoas conhecerem melhor o ritmo para quererem também aprender”.

À primeira vista é o que também garante a psicóloga Carla Valéria Nogueira, 26 anos. Foi só assistir a um espetáculo de Tango da Cia. El Paso, há cerca de dois anos e meio, para que ela decidisse entrar nesse compasso também. E daí foi amor à primeira vista.

“Vi um cartaz pequenininho na parede sobre o show. Aí fui ver. Fiquei encantada com tudo. Antes eu via a dança na TV e achava muito charmosa, mas a proximidade me fez perceber que eu poderia também dançá-la”, conta.

Desde então, Carla passou a frequentar bailes e aulas. E, apesar de não se considerar uma profunda conhecedora do tango, não dispensa seu CD com os melhores canções argentinas no carro e já influenciou várias amigas a dançar.

A psicóloga confessa que realizou um sonho de criança: aprender a dança. Ela nunca fez balé e pôde começar a realizar-se na dança só após se formar. “É uma coisa nova na minha vida, mas hoje meu namorado, que é musico, escuta tango comigo e já levei minhas amigas aos bailes. O tango não é uma cultura forte no Brasil, nem no Ceará, mas se as pessoas pudessem ter a chance de conhecer, iriam gostar”, engrossa o coro.

Das tanguerias chilenas para cá em 2008, a psicóloga Sônia Paranaguá trocou sua casa no Chile para voltar ao Brasil e escolheu o Ceará para viver. Queria vida nova, mas na bagagem trouxe seus CDs, sapatos e toda a sua vontade de continuar a dançar tango aqui.

Acostumada a ter aulas com grandes professores e a frequentar, assiduamente, as tanguerias (milongas chilenas), Sônia sofreu para encontrar um local e parceiros para continuar mantendo sua paixão. “No Chile, tínhamos um grupo que sempre ia às milongas. Sempre ia à Argentina e tive a oportunidade de ir a um show de Piazzola, em 1987. Isso me marcou muito”, conta.

Vaidosa, a psicóloga diz que se sente muito à vontade no salão e com o espírito sensual que o ritmo passa. Sempre com belos sapatos, meias e brilhos, ela encarna como poucas uma mulher tangueira.

“A primeira vez que fui a uma apresentação de tango, no Chile. Eu me vesti inteiramente como uma dançarina. Fiquei fascinada”, confessa.

Hoje, ela faz aulas de tango e participa de um grupo, onde ensaia sempre. É uma rotina sua ver vídeos de dança e, sempre que pode, vai aos bailes de tango. “Duas vezes por ano volto ao Chile e marco com meu grupo para ir às tanguerias. Minha esperança é que tenhamos aqui também as milongas”.

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